Metabolizando junto a comunidades, de seres vivos e não vivos, mais do que de humanos, me propus a realizar esses desenhos atrás do espelho. Desenhar é correr risco, por isso tenho estado mais interessado em formas de conhecimento que transcendam as dicotomias em torno da natureza/cultura. Colaboração: Vicente Cunha (pescador), Lourivaldo Batista – loirinho (marceneiro) – e Selmari (caldo de piranha).
Bicha branca da mata (Adriano de Moraes) é artista bicha, curador, professor e pesquisador. Realiza atividades transdisciplinares nas quais se coloca comprometido com o desejo de catalisar pelo sensível outros mecanismos perceptivos no âmbito da história e da cultura local, priorizando, desde teoria e pesquisa, diversidade de corpos e diferenças nas suas produções simbólicas comunitárias a partir da autobiogeografia como metodologia sensível e científica.