Uma instalação com elementos para uma fábula. Britânia, conclamada como deusa pelos antigos romanos, também deu nome à ilha que hoje conhecemos como Grã-Bretanha. Nessa fantasia, mais de mil anos depois, a deusa chega à cidade brasileira que leva seu nome. Circula pelo lugar e pede pouso. Ao sair, deixa os vestígios de sua passagem, como disparadores para enlaces e afetos. Restando como evidência de sua então presença corpórea numa pintura, é possível notar sua silhueta contornada pelo solo da região. A imagem que falta na pintura pode ser observada nas fotografias posadas em alguns recantos da cidade, testemunhando sua estada. Por fim, deixa como uma oferenda sua indumentária e seus acessórios. Que sirvam para o infinito alcance dos sentidos!