1991, Goiânia/GO.
Reside e trabalha em Goiânia/GO.
adrianobragademorais@gmail.com
@bichabrancadamata
Bicha Branca da Mata é artista bicha, curador, professor e pesquisador, atividades transdisciplinares nas quais se coloca comprometido com desejo de catalisar pelo sensível outros mecanismos perceptivos no âmbito da história e da cultura local, priorizando desde o âmbito teórico e da pesquisa a diversidade de corpos e diferenças nas suas produções simbólicas comunitárias
a partir da autobiogeografia como metodologia sensível e científica.
1978, Niterói.
Reside e trabalha em Bangu/RJ.
al.paes@yahoo.com.br
@alexandre.paes.studio
Artista plástico e professor. Mestrando e graduado em Artes Plásticas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ, 2012), complementou sua formação em cursos livres de pintura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV Parque Lage). O universo pictórico e as questões do desenho permeiam toda a sua trajetória. Desde 2020, integra o Coletivo Maskarada, que reúne artistas de toda a América Latina em torno da ressignificação das máscaras nesses tempos de pandemia. Desenvolve pesquisa estético-pedagógica sobre o universo escolar em comunidades com situação de violência deflagrada no bairro de Bangu, Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, onde se encontra um dos maiores complexos penitenciários da América Latina e onde se radicou há 15 anos por conta de sua prática pedagógica, o que pode ser observado em sua produção mais recente convertida numa imersão nas relações entre as escolas e as comunidades onde está inserido, buscando entender e refletir de maneira poética sobre as trocas e as influências mútuas que se apresentam de forma violenta na sala de aula, na escola e no seu entorno. Dentre suas principais exposições estão: Abre Alas 18, Galeria A Gentil Carioca – RJ (2022); Suburbanidades, Museu de Arte Contemporânea de Niterói – RJ (2022); Saravá, Galeria Anita Schwartz – RJ (2022); Salão de Arte de Ubatuba, FUNDART – SP (2022); Como não subir uma escada, Paço Imperial do Rio de Janeiro – RJ (2021); II Montagem Póvera, Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, Juiz de Fora – MG (2020), Salão de Outono da América Latina, no Memorial da América Latina, São Paulo – SP (2017); Arte Londrina II, Londrina – PR (2014); Terceira Mostra Aprofundamento Parque Lage, RJ (2013); Arte Pará, Belém – PA (2012); Novíssimos, RJ (2011). Vive e trabalha no Rio de Janeiro.
1980, São Gonçalo/RJ.
Reside e trabalha em Santos/SP.
arthurscovino1@gmail.com
@arthurscovino
Artista de múltiplas linguagens, desenvolve sua pesquisa em torno da cultura e das relações afetivas e sociais a partir das cidades onde instala ateliê e residência. Suas instalações com vídeos, fotografias, pinturas e performances, investigam símbolos do imaginário místico, político e histórico brasileiro. Nascido na região metropolitana do Rio de Janeiro, mudou-se para Salvador em 2008 onde se formou pela Escola de Belas Artes da UFBA e coordenou por 3 anos o Festival de Performance da Galeria Cañizares. Em 2014 participou da 3ª Bienal da Bahia e da 31ª Bienal de São Paulo. Foi indicado três vezes ao Prêmio PIPA e tem participado de exposições coletivas nacionais e internacionais como “softpower – Arte Brasil” Kunsthal KAdE Holanda, 2016 e “À Nordeste” sesc 24 de maio SP, 2019; e mostras individuais como “Caboclo dos Aflitos” Solyanka Gallery Moscou, 2016 e “Lágrimas de Nossa Senhora” Paço Imperial RJ, 2021. Foi diretor artístico em residência na Casa da Luz, SP em 2018 realizando exposições como artista, produtor e curador independente. Atualmente reside em Santos onde namora uma escavadeira na praia, integra o coletivo ACOCORÉ e Maskarada, é coordenador e mentor no International Lab for Art Practices (ILAP) na Uncool Artist, NY.
1988, Cidade do México/MX.
Reside e trabalha em Alto Paraíso/GO.
biophillickmusic@gmail.com
@biophillick
Arquiteto pela Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) em 2012, com a primeira tese virtual “A Cidade do Futuro no Cinema”, propostas conceituais urbano arquitetônicas bio-digitais, apresentada no laboratório IXTLI, uma sala de realidade virtual com projeções 3D. O artista, criador dos conceitos BIO- FUTURO e ELEKTRO-XAMANISMO, pesquisa sobre ancestralidade e suas conexões com os campos da espiritualidade, a tecnologia, a natureza e o futuro. Desenvolve criações híbridas entre o analógico-natural e o tecnológico-digital, atravessando as artes audiovisuais, a moda, a arquitetura digital, as performances ritualísticas, os concertos imersivos e as exposições multimídia. Entre as atividades realizadas estão: “Concerto Diversidade Sexual” no Museu del Chopo (México 2017), exposição “BIOS” na galeria A Pilastra (Guará 2017), concerto “BIO-BORGS Brasília Mapping Festival” no Museu Nacional da República (Brasília 2019), exposição multimídia “NAHUALES E ENCANTADOS” na Casa de Cultura Oca Brasil (Alto Paraíso 2022) e no Memorial dos Povos Indígenas (Brasília 2023). Indicação ao Prêmio PIPA 2023. Seleccionado pelo III Salão Mestre de Armas (Planaltina 2023).
1959, Alegrete/RS.
Reside e trabalha em Pirenópolis e Caxambu/GO.
cintiafalk@yahoo.com.br
@cintiafalken_art
Artista visual. Graduação em Educação Artística, Licenciatura em Artes Plásticas (1982). Mestre em Artes Visuais (2004) e Doutora em Teoria e História da Arte pela Universidade de Brasilia(2014). Atualmente reside dentro do ateliê e dedica-se exclusivamente a Curadorias, a participação em projetos coletivos e a construção de sua obra nas diversas linguagens das Artes Visuais. Expõe desde 1980 em coletivas e individuais. Dois prêmios em Coletiva Nacional, Salão Anapolino de Artes (1991,1992), menção honrosa no Salão Nacional de Aracaju (1992), participou do 1º Salão de Arte sobre papel da Canson, MAC-USP, Ibirapuera, 1990, Salão de Gravura do Paraná. 1990. Individual: Confissões do cobre, 2018, Galeria Matéria Plástica, Brasilia. Para onde foi a Expessura da Carne, 2022, Museu da República, Brasília. Infografia e texto: Quando não mais existir quero ser uma Abayomi, 2022, Museu das Bandeiras, Cidade de Goiás. Atualmente participa do Coletivo Lote 1. Curadoria no projeto Hospitalidade na 1a Edição, das exposições de Leci Augusto e Igu Kriguer no Núcleo de Arte do Centro-oeste. Curadoria do projeto Hospitalidade 2a Edição, das exposições de Cleber Cardoso Xavier e Raissa Studart no Museu da República (2021). Desde a década de 1980, trabalha nas técnicas tradicionais da aquarela, do desenho a nanquim e lápis de cor. Especialista na Gravura em Metal. Prática na Xilogravura a fio. Sua pesquisa centra-se nos estudos dos conceitos de Memória e História, levando-se em consideração a passagem do tempo e suas marcas no indivíduo, na paisagem e na sociedade. Além das técnicas tradicionais trabalha nos conceitos ligados a Arte contemporânea na busca de materiais inovadores que motivam uma pesquisa para novas formas e soluções sobre técnicas tradicionais.
1968, Brasília/DF.
Reside e trabalha no Rio de Janeiro/RJ.
clarissetarran@gmail.com
@clarisse_tarran
É artista hiper-mídia e programadora visual; sua obra é formalizada em objetos, bordados, colagens, desenhos, gravuras, vídeos, performances e instalações e fotografia. Sua temática têm permeado a palavra, o corpo, a religião, a física, a botânica, o feminino e a política, o tempo, atentando para a multidisciplinaridade do mundo contemporâneo. Se utiliza de referências históricas da arte e da sociedade, tentando “costurar teias de memória” inserindo suas questões em ordens paradoxais. Foi assistente da direção da EAV Parque Lage RJ, fundadora da Galeria Durex Arte Contemporânea no Rio de Janeiro (2007/2010), Orientadora do Polo Experimental, – Museu Arthur Bispo do Rosário (RJ), Realiza pequenas e oficinas de arte, curadoria de artista, entre outros. Com 5 individuais e mais de 80 coletivas.
1963, Rio de Janeiro.
Reside e trabalha no Rio de Janeiro.
edumariz8@gmail.com
@edumariz8
Artista, doutor e mestre em artes pela UERJ e pós-graduado em fotografia pela UCAM-RJ. Desenvolve pesquisa na qual através de meios vivenciais procura evidenciar poeticamente arquétipos deflagradores dos modos velados pela duração cotidiana, exaltando as ergonomias ocultas. Dentre outros, conclama os conceitos de além do retângulo, o da foto-assemblage e o de acumulonimbus como metodologias de suas práticas, onde sugere a leitura de imagens como ações performáticas. Trabalha com fotografia, escultura, vídeo e performance.
1960, Tapes/RS.
Reside e trabalha em Brasília/DF.
giselazevedo@gmail.com
@giselcarricondeazevedo
Artista visual com uma produção voltada para instalação, expografia, e curadoria. É graduada em artes pela Universidade de Brasília (1992), com mestrado na Universidade de Brighton (1997), e doutorado na Universidade do Leste de Londres (2012). Trabalhou como designer de exposição em museus onde despertou sua atenção para as relações entre objeto, espaço e público; desde então, passou a incorporar uma série de práticas e conceitos da museologia às suas instalações. Em 2014, abriu deCurators, um espaço de arte voltado para o exercício de pensar a expografia como poética. Além de exposições, individuais e coletivas, tem realizado residências artísticas e intervenções em museus e coleções (Museu Murilo La Greca, Museu Nacional de Brasília, Hastings Museum, Museu do Traje de Viana do Castelo, Reserva Serra Bonita e Museu de Arte de Brasília), participado como curadora e júri de salões locais de arte contemporânea (Salão Mestre d’Armas Planaltina e Projeto Hospitalidade Olhos d’Água) e estado a frente de projetos de gestão cultural, como o Eixo do Fora e o Projeto Obra-Arquivo MAB.
1985, Brasília.
Reside e trabalha em Brasília/DF.
isabela.ribeiro.couto@gmail.com
@isabela_r_couto
A artista faz parte da atual busca por modos de existência que atravessam as barreiras impostas pela segregação entre cultura e natureza. deste modo, a paisagem da qual a artista tem experimentado nos trabalhos artísticos é aquela que resulta do envolvimento entre seres, fenômenos e coisas. E a água atua como o principal elemento que liga todos estes agentes. Isabela possui obra na coleção do Museu Nacional da República de Brasília e em coleções particulares. É membro civil do Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural do DF (Condepac-DF) para atuar na área de arte e cultura inclusiva. Em 2023 realizou a intervenção artística “Aguapé” na Praça do Conjunto Cultural da República de Brasília e foi selecionada para o III Salão Mestre d’Armas. Em 2022 realizou a individual “Guardadora de água” no Museu Nacional da República de Brasília, foi selecionada para a mostra internacional e Virtual “Declare/Decay” do coletivo Xor space e participou da residência Rio São Miguel, na Chapada dos Veadeiros-GO. Em 2021 foi selecionada para o VII Festival Internacional de Cinema Experimental Dobra. Em 2019 foi indicada ao Prêmio Pipa, selecionada para o II Salão Mestre d’Armas e para a VI edição da Residência Epecuen, Argentina. Em 2018 foi convidada para a mostra “Brasília Extemporânea”, na Casa Niemeyer. Em 2017 ganhou a bolsa Conexões Cultura DF e foi selecionada para o III Ciclo de Exposições da CAL. Desde 2019 até os dias atuais presta serviços para o Programa de Conservação de Bens Culturais da Apae-DF nas unidades da Biblioteca da Universidade de Brasília (BCE), do Palácio da Justiça, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
1999, Brasília/DF.
Reside e trabalha em Brasília/DF.
lauradornelesdoamaral@gmail.com
@_lauradorneles
Nasceu em Brasília, com torrão natal mineiro. Graduanda em Artes Visuais (licenciatura) pela Universidade de Brasília. Tece nas áreas das Artes Plásticas, Música, Teatro, Dança, Educação e suas tranças. Suas obras se relacionam sempre com memórias e simbologias. Participa de coletivos e exposições desde 2018. Expôs e foi premiada em 2021 com e pelo projeto Baleia – DF. Na música, atua como zabumbeira da banda Forró Suçuarana desde 2016, premiados pelo FINCA em 2017. Apresentou-se com Cabocla Amaralina em 2019 no Espaço Cultural Renato Russo. Toca e canta no espetáculo Ave Kali desde 2018, que em 2019 foi contemplado pelo FAC Conexão Cultura, possibilitando apresentações em três cidades argentinas. Participa de bandas com Zé do Pífe desde 2015 entre outros artistas e eventos da cidade. Criou a dupla Imburana de Cheiro em 2018. Em 2020 lança EP como zabumbeira do Forró Suçuarana. Participa de exposições e performances com os coletivos 40Antenas, Carta/Borda, Caderno Obra, Carimbo Arte, Quando Não Mais Existir Quero Ser Uma Abayomi e Maskarada. Atua como professora de percussão desde 2019 e de cerâmica desde 2021.
1969, Solihull/UK.
Reside e trabalha em Brasília.
synaesmedia.net
alchemyislands.com
interstar@gmail.com
Graduado em Ciência da Computação, pela Queen Mary College, Universidade de Londres/UK. Mestrado em Inteligência Artificial, pela Universidade de Sussex, Brighton/UK. E mestrado em Arte Computacional, pela Goldsmiths College, Universidade de Londres/UK. Músico, programador, artista digital e desenvolvedor de software. Toca com o Orquestra de Laptops de Brasília e Nômade Lab; e como Mentufacturer organiza o selo de “Beleza experimental, Ruído devocional e Tecnoxamanismo” : Dionysian Industrial Complex. É o criador do núcleo do “Musichacking” no Calango Hacker Clube de Brasília. Trabalha com trilhas sonoras para dança contemporânea e outras performances e exposições de arte. Escreve code e apps em todos estes contextos. Também investiga “softwares que fabricam coisas”: através de algoritmos generativos e tecnologias de fabricação.
1962, Rio de Janeiro/RJ.
Reside e trabalha em Brasília/DF.
suyandemattos@gmail.com
@su_suyandemattos
1962, Rio de Janeiro/RJ. Reside e trabalha em Brasília. Pós-doutora em Artes, UBA/Argentina, doutorado em História da Arte e mestrado em Artes Visuais, UNAM/México. Exposições coletivas e individuais Brasil, Argentina, México, Espanha, Dinamarca, Holanda e Hong Kong. Selecionada em alguns salões e bienais de arte no México e no Brasil desde os anos 90. Participou de residências artísticas na Espanha, Chile, Argentina, Portugal e no Brasil. Curadora e coordenadora da residência artística Hospitalidade e Volante. Curadora e coordenadora dos coletivos MasKarada e Usina de Inventos. Autora do livro A Nave 508: Espaço dos Insistencialistas. No desenvolvimento do seu trabalho utiliza-se de múltiplas linguagens na composição de narrativas, pautadas principalmente pela ótica do mundo sexual e sensual feminino/feminista, cujas evidências são coletadas em memórias vividas diariamente como mulher nos tempos atuais.